Pinagem
Pinagem USB Type-C (receptáculo compatível com USB-PD)

Pinos
- A4/B4, A9/B9 — VBUS: four pins tied to one net, not four separate rails, so the current is split across more contact area; sits at a fixed 5V by default and only rises once a PD contract is actually negotiated over CC.
- A1/B1, A12/B12 — GND: the return path for VBUS and for both SuperSpeed pairs, likewise duplicated across four pins for current capacity, not wired as separate grounds.
- A5 — CC1, B5 — CC2: only whichever pin actually mates carries the Configuration Channel (the other is left floating or becomes VCONN — see below). Its DC level, set by an Rd/Rp resistor pair, is how the two ends first sense that something is even plugged in and which side is the power source, before any data moves.
- That same mated CC pin then carries the actual USB-PD protocol: Biphase Mark Coded (BMC) messages at a nominal 300 kb/s (±10%), built from a preamble, a message header, a data payload and a CRC — a real serial link, not a DC level, so a multimeter on CC only ever shows the idle Rp/Rd voltage and never the negotiation traffic.
- The CC pin that did NOT mate becomes VCONN whenever a cable needs it — an electronically-marked ("e-marked") cable, any USB 3.x/4 cable, or any link sourcing over 3A: the source or sink switches roughly 5V onto it, spec’d at a minimum of 1W (about 200mA) to run the cable’s ID chip and any signal redrivers inside it.
- A6/A7 and B6/B7 — two mirrored USB 2.0 D+/D− pairs; only one pair is actually driven per insertion, selected by which CC line mated. The second pair exists purely so the plug works either way up, not to add bandwidth.
- A2/A3+A10/A11 and B2/B3+B10/B11 — SSTX/SSRX SuperSpeed differential pairs (USB 3.x); same reasoning as D+/D−, only one full A-side or B-side set is live per orientation.
- A8/B8 — SBU1/SBU2: idle on plain USB and on PD itself, these are handed to an Alt Mode’s sideband channel (e.g. DisplayPort’s AUX line) once a Vendor-Defined Message negotiated over CC puts the port into that mode.
Especificações
| Contatos | 24 (receptáculo) |
|---|---|
| VBUS padrão | 5 V até um contrato PD ser negociado |
| Tensões fixas PD (SPR) | 5, 9, 15, 20 V |
| Tensões fixas PD (EPR, PD 3.1) | 28, 36, 48 V |
| Corrente máx. | 3 A; 5 A com um cabo e-marked de 5 A |
| Potência máx. | 100 W (SPR, 20 V × 5 A), 240 W (EPR, 48 V × 5 A) |
| PPS (PD 3.0) | 3.3–21 V em passos de 20 mV |
| Negociação | BMC no CC, 300 kbit/s |
| VCONN | 5 V, pelo menos 1 W, para cabos e-marked |
| CIs de gatilho para consumidor | STUSB4500, CH224, IP2721, FUSB302 |
Notas
- Uma conexão USB-C simples só garante 5V. Cada degrau mais alto da "Standard Power Range" (9V, 15V, 20V, e 12V em alguns carregadores) e cada degrau da "Extended Power Range" adicionado no PD 3.1 (28V, 36V, 48V, até 5A/240W) é algo que o consumidor precisa pedir explicitamente e a fonte precisa conceder pelo protocolo de dados do CC — não existe truque de resistor que produza 9V ou mais, como alguns esquemas proprietários de carga rápida conseguem sem PD de verdade.
- Um dispositivo que só puxa o CC para baixo por um Rd fixo de 5.1 kΩ, sem lógica PD por trás, ainda recebe energia (isto é o simples "USB Type-C Current", limitado a 5V/3A ≈15W pelo valor de pull-up que a fonte escolheu) — mas nunca verá nada acima de 5V, porque não há nada ali para executar o handshake BMC.
- Para tirar mais de 5V de um carregador PD sem escrever sua própria pilha USB-PD, use um CI dedicado de consumidor/gatilho PD que faça a negociação do CC para você (ex.: STUSB4500, CH224, IP2721, FUSB302) e ofereça uma interface simples por strapping de pinos ou I2C para pedir uma tensão fixa assim que informar que há um contrato estabelecido.
- Uma fonte só oferece os PDOs que realmente implementa — um carregador básico de 5W/10W pode parar em 5V ou 9V, enquanto um carregador de notebook pode ir até 20V ou, nos carregadores EPR mais novos, 48V — então verifique as Source_Capabilities anunciadas em vez de supor que todo "carregador PD" chega a todas as tensões.
- VBUS e GND estarem espalhados por quatro pinos cada é uma medida de capacidade de corrente e de resistência de contato, não quatro redes independentes — por exemplo, não trate o VBUS do A9 como comutável separadamente do VBUS do A4.







